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nossa missão

A Parada do Orgulho PcD Brasil nasce do encontro entre pessoas que cansaram de ser invisibilizadas e decidiram ocupar as ruas com orgulho, arte e posicionamento político.

Somos um movimento construído de pessoas com deficiência, que entendem que deficiência não é sinônimo de limitação, mas parte da diversidade humana. A Parada é celebração, mas também é denúncia. É palco, mas também é reivindicação. É cultura, mas também é luta por direitos.

Fortalecemos a Cultura DEF porque acreditamos que nossas vivências produzem estética, linguagem, conhecimento e transformação social. Não estamos pedindo espaço, estamos ocupando.

Nossa diretoria nacional organiza as estratégias e articulações do movimento, mas a Parada só acontece porque existe uma rede de coordenações locais, voluntários, artistas DEF, parceiros e apoiadores que constroem tudo de forma coletiva.

Acreditamos em acessibilidade como prática diária, não como detalhe. Acreditamos em protagonismo PcD. Acreditamos em presença.

A Parada do Orgulho PcD Brasil é sobre existir em voz alta.

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Julia Piccolomini

presidenta

e diretora institucional

Mulher cis, branca, bissexual, umbandista e possui uma deficiência física chamada distrofia muscular de cinturas. Analista Sênior de ESG, vencedora do #Newfaces, modelo e palestrante. Formada em Artes Cênicas pela USJT, Especialista em Gestão de Pessoas pela USP e Congressista no SEMEAD com o artigo sobre a Experiência de Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Possui experiência profissional com implementação ESG e gestão de D&I, Desenvolvimento Organizacional, Onboarding, Programa de Desenvolvimento e Performance, e Business Partner.

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maili santos

vice-presidenta
e diretora Comercial

Maquiadora baiana com formação nacional e internacional, acelerada pela Aceleradora de Negócios Vale do Dendê Ano I, reconhecida pela Globo como a primeira maquiadora PcD a nível nacional e que se destaca não apenas por seu talento, mas também por sua história de resiliência. Usa a maquiagem como uma poderosa ferramenta para sobrepor desafios, incluindo a luta contra a depressão. Hoje agrega todo conhecimento de suas vivências em empresas globais como Palestrante de impacto, Influenciadora social, Diretora do Quilombo PcD e atua como técnica em Acessibilidade de espaços.

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pedro avelar

DIRETOR DE eventos

e projetos

Homem cis, branco, gay e neurodivergente, acredita no poder da diversidade como motor de inovação. Formado em Negócios Internacionais com especialização em Direitos Humanos, Diretor de Projetos da Parada PcD e CEO da Criatípica, atua na agenda ESG com consultoria estratégica, produção de eventos, palestras e mentorias.

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miccael grandis

DIRETOR DE comunicação

e tecnologia

Homem trans, pansexual, surdo oralizado e autista. Tem graduação em Desenvolvimento de Jogos Digitais e Técnico em Eventos. Atua na Cruziá, agência de comunicação especializada em projetos culturais. Desde 2013, dedica-se à organização de eventos e festivais, com foco em acessibilidade e inclusão. Trabalha com acessibilidade digital, oficinas e assessoria. Já integrou a produção de projetos como Festival CoMA, Semana de Inovação (ENAP), lançamento do programa Novo Viver Sem Limite no governo, ações no CCBB, entre outros. Além da produção, atua como percussionista musical nos grupos Patubatê e SurdoDum, combinando experiência artística com compromisso em representatividade.

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consuelo prates

Diretora jurídica

e de pessoas

Advogada especialista em Direito das Pessoas com Deficiência, liderando iniciativas estratégicas para garantir acessibilidade, equidade e o fortalecimento do movimento PcD no país. Com 17 anos de experiência, transforma a vivência como mãe atípica e mulher neurodivergente em ação concreta, trabalhando junto a coletivos e organizações para promover mudanças com impacto social e coletivo. Seu propósito é construir redes de apoio e ambientes inclusivos, onde cada pessoa tenha voz, vez e oportunidade de exercer plenamente seus direitos.

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weverton fonseca

DIRETOR DE CULTURA

E acessibilidade

Formado em Psicologia, é ativista há 12 anos em pautas sociais e raciais. Pessoa com deficiência, cadeirante, negro, poeta, roteirista e palestrante, integra a diretoria do Coletivo Quilombo PcD, onde atua nas frentes de combate ao capacitismo e racismo, além de promover a valorização das potências negras com deficiência. Atua como palestrante em projetos, mentorias e consultorias voltadas ao enfrentamento do racismo, LGBTfobia, capacitismo e psicofobia, bem como na orientação sobre carreira e realização pessoal. Associado do Instituto Negro Sou, Coletivo de pessoas negras do Espírito Santo com foco em projetos sociais e culturais de impacto, potência e transformação em pautas de equidade racial.

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